12 de setembro de 2015

Estudo Mostra Fraude entre a Indústria Farmacêutica e a OMS na Farsa da Pandemia da Gripe H1N1

Estudo científico mostra conspiração entre a OMS e a indústria das vacinas ao expor supostos especialistas que aconselhavam a OMS e estavam na folha de pagamento da indústria farmacêutica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) é o tema de uma investigação que visa descobrir o que realmente aconteceu durante a pandemia global de gripe de 2009, o que levou a dezenas de milhões de pessoas a serem vacinadas para a chamada “gripe suína“. Uma investigação conjunta pelo British Medical Journal (BMJ) e o Bureau of Investigative Journalism (BIJ) já descobriram grandes conflitos de interesse na OMS, onde as empresas de vacinas lucraram muito com a pandemia e a histeria em massa que gerou.

A investigação é focada especificamente no comitê consultivo de emergência, que foi designado para fazer recomendações oficiais à OMS sobre como planejar para a pandemia, que foi repleta de polêmica desde o início. Compondo este painel consultivo estavam indivíduos altamente conectados a empresas farmacêuticas, disseram os jornais científicos BMJ e BIJ, muitos dos quais tinham

interesses financeiros na promoção de medicamentos antivirais e vacinas contra a gripe, que foram associadas a problemas como a narcolepsia e outros distúrbios.

A indústria farmacêutica supostamente investiu US$ 4 bilhões para desenvolver as vacinas contra a gripe que a OMS, mais tarde, empurrou para o público através da propaganda e medo. E a razão pela qual a OMS tão prontamente aceitou essas drogas como respostas viáveis para a pandemia é porque os seus principais conselheiros, muitos dos quais ainda são desconhecidos, porque seus nomes foram mantidos intencionalmente em segredo, trabalharam em nome da indústria da vacina para ver essas drogas empurradas para os holofotos no processo de planejamento de pandemia.

“Cientistas-chave que aconselham a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o planejamento para uma pandemia de gripe havia feito trabalho remunerado para as empresas farmacêuticas que estavam a ganhar com a orientação que eles estavam preparando”, diz um relatório sobre a investigação conjunta. “Esses conflitos de interesses nunca foram divulgados publicamente pela OMS e a OMS rejeitou o inquérito sobre a sua manipulação da pandemia H1N1 como “teorias da conspiração“.

A histeria da pandemia de gripe levou os governos a compra de grandes estoques de medicamentos, vacinas que nunca foram usadas.

O objetivo final, é claro, era convencer o maior número quanto possível de governos de todo o mundo a comprar grandes estoques de medicamentos antivirais como o oseltamivir (Tamiflu) e zanamivir (Relenza), e vacinas como a Pandemrix, para gerar grandes lucros. Algumas dessas drogas nunca tinham tido qualquer comprovação que funcionassem, e muito menos tinham sido provadas seguras, e ainda assim elas foram amplamente distribuídas como a “cura” de emergência para o H1N1.

Ambos o oseltamivir e zanamivir existem desde a década de 1990, mas a FDA (Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) e outros reguladores realmente tiveram que esticar os dados frágeis que receberam das duas drogas de seus respectivos fabricantes, a fim de aprová-los. O FDA inicialmente se opôs a recomendar o zanamivir, fabricado pela GlaxoSmithKline, durante a pandemia pois faltavam dados sobre sua segurança e eficácia – a agência mais tarde mudou seu a sua posição.

“Após a revisão Dr. [Michael] Elashoff (ele teve acesso a dados de pacientes individuais e relatórios de estudos resumo), o comité consultivo da FDA votou por 13-4 a não aprovar zanamivir, alegando que ele não foi mais eficaz do que o placebo quando os pacientes estavam em outras drogas como paracetamol“, acrescenta o relatório. “A visão do Dr. Elashoff foi que zanamivir não era melhor do que o placebo – e ele tinha ainda efeitos colaterais.”

A pandemia, como a maioria das pessoas já sabe, em última análise, acabou por ser um fracasso completo. Muitas pessoas acabaram rejeitando tanto as drogas e as vacinas que estavam sendo empurrados sobre eles por parte do governo, o que significa que estes medicamentos e vacinas compradas pelos contribuintes estão agora inutilizados e na iminência de expiração em armazéns em todo o globo.




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