20 de junho de 2016

Floriano Pesaro: CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PRINCÍPIOS DE ISRAEL

*Há tempo não publicava artigos interessantes como este de Floriano Pesaro me enviado por e-mail... Então, vamos lá!

Atualmente Israel vem sendo injustamente acusada a respeito de tudo. Graças a um antissemitismo crescendo a passos rápidos, a um antissionismo acirrado e a uma mídia esquerdopata e tendenciosa, somos considerados como uma nação pária, sem justiça, acusada de invasões, responsável pela completa desobediência aos direitos humanos.

Diferentemente do compromisso das nações árabes de aniquilar nosso país, os israelenses têm como premissa fundamental a obediência aos valores constantes em nossa Declaração de Independência.

Há 68 anos, David Ben Gurion nos brindou com um emocionado discurso no dia do nascimento deste milagre que é Eretz Israel.

Vale relembrar algumas de suas palavras:

“A Terra de Israel foi o berço do povo judeu. Aqui a sua identidade espiritual, religiosa e política foi moldada. Aqui os judeus primeiro atingiram a condição de Estado, criaram valores culturais de significância nacional e universal e deram ao mundo o eterno livro de livros, a Torá. Depois de serem forçosamente exilados de sua terra, o povo conservou consigo sua fé durante sua Dispersão e nunca deixou de rezar e esperar por seu retorno a Israel e para a restauração, lá, de sua liberdade política.

Impelidos por sua ligação histórica e de tradições, judeus lutaram geração após geração para se reestabelecer em sua antiga terra natal. Em décadas recentes, o povo judeu voltou em massa. Pioneiros, - imigrantes que vieram para Eretz-Israel, desafiando a legislação restritiva e fizeram desertos florescerem, reavivaram a língua hebraica, vilas e cidades foram construídas, e criaram uma próspera comunidade que controla a sua própria economia e cultura, amante da paz mas sabendo como se defender, trazendo as bênçãos do progresso para todos os habitantes do país e aspirando a um estado independente”.


Ben-Gurion, este carismático sionista, na Declaração do Estabelecimento de Israel determina ainda as premissas fundamentais do país e seu povo:

“O ESTADO DE ISRAEL será aberto para imigração judaica e para o recebimento de exilados; ele irá promover o desenvolvimento do país para o benefício de todos os seus habitantes; será baseado na liberdade, justiça e paz como imaginado pelos profetas de Israel; assegurará completa igualdade de direitos sociais e políticos a todos os seus habitantes, independentemente da religião, raça ou sexo; ele vai garantir a liberdade de religião, consciência, língua, educação e cultura; respeitará os lugares sagrados de todas as religiões; e será fiel aos princípios da Carta das Nações Unidas.

O ESTADO DE ISRAEL está disposto a cooperar com os órgãos e representantes das Nações Unidas na implementação da resolução da Assembleia Geral do dia 29 de novembro de 1947 e tomará medidas para concretizar a união econômica de toda a Eretz-Israel.

Apelamos às Nações Unidas para assistir o povo judeu no estabelecimento do seu Estado e para receber o Estado de Israel na comunidade das nações.

Apelamos - mesmo no meio ao duro ataque lançado contra nós há meses - aos habitantes árabes do Estado de Israel para preservar a paz e participar da construção do Estado na base de uma cidadania plena e igual, através de representação em todas as suas instituições provisórias e permanentes.

Nós estendemos nossa mão a todos os estados vizinhos e seus povos numa oferta de paz e boa vizinhança, e recorremos a eles para estabelecer laços de cooperação e ajuda mútua com o povo judeu soberano estabelecido em sua própria terra. O Estado de Israel está preparado para fazer a sua parte em um esforço comum para o desenvolvimento de todo o Oriente Médio.”

E assim foi feito. Embora tivéssemos que lutar contra nossos vizinhos, embora o antissemitismo tenha continuado e se tenha encontrado uma nova forma de ódio aos judeus que é antisionismo, nossa nação nasceu e floresceu.

Hoje, quando somos referência em tantas coisas como informática, medicina e tantas outras, podemos reafirmar este compromisso, norteados pelo sonho de Hertzl, de David Ben Gurion e de Golda Meir.

Que as palavras de nosso antigo líder possam orientar o mundo todo para que nossos inimigos parem de denegrir nosso nome e nossa herança e que nos aceitem como parceiro.

Que a imprensa perniciosa possa entender o cerne da carta do estabelecimento de Israel e que todos reconheçam nossos compromissos fundamentais.

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