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14 de setembro de 2018

Gaeco e Gepatria denunciam cinco pessoas, investigadas na Operação Container, por corrupção ativa, passiva e tráfico de influência.

...os crimes foram praticados com o objetivo de favorecer o trâmite de licenciamento ambiental de um aterro sanitário de propriedade de empresa localizada no Sudoeste do Paraná.

Mais cinco pessoas foram denunciadas nesta sexta-feira, 14 de setembro, no âmbito da Operação Container, que apura crimes de fraude a licitações para destinação e tratamento de resíduos sólidos em diversos municípios do estado. Os cinco denunciados (um empresário, um engenheiro químico, um ex-presidente do Instituto Ambiental do Paraná e sua filha, além um ex-estagiário do IAP) são acusados da prática dos crimes de corrupção ativa, passiva e tráfico de influência.

A denúncia foi apresentada pelos núcleos de Guarapuava (Centro-Sul paranaense) do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), órgãos do Ministério Público do Paraná. Segundo a denúncia, os crimes foram praticados com o objetivo de favorecer o trâmite de licenciamento ambiental de um aterro sanitário de propriedade de empresa localizada no Sudoeste do Paraná.

O Gaeco e o Geapatria apontam que as ofertas de vantagens ilícitas foram realizadas pelo empresário e pelo engenheiro químico, inicialmente, ao então estagiário do IAP. Os fatos se estenderem de julho de 2013 a dezembro de 2015. Para favorecer o mesmo procedimento de licenciamento ambiental também foi ofertada propina para o ex-presidente do IAP, em maio de 2017. Os valores acordados teriam sido entregues então pelo empresário diretamente para a filha do ex-presidente do Instituto, em um estacionamento público situado nas proximidades da sede do IAP, em Curitiba. (Fonte: Imprensa Maior/Marcio Rocha Martins)

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