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25 de abril de 2018

CRÔNICAS DO MOCHI: Maconheiros, vândalos e bêbados tomaram conta da Praça Ipiranga

Acho que algumas pessoas se esquecem que eu continuo prestando atenção no desenvolvimento da minha cidade e tudo o que acontece ou deixa de acontecer nela. Vou começar a reclamar novamente aqui no blog e nas redes sociais porque pedir já não surte mais resultado e uma delas é sobre a segurança na Praça Ipiranga.

Todos os dias é uma bagunça só de adolescentes depredando o parquinho das crianças, maconheiros nos cantos e fundos da Matriz fumando e passando drogas, bebendo, meninos e meninas no meio. Muitas vezes eles colocam bebida alcólica em garrafinhas de água para disfarçar.

A depredação do patrimônio público é uma constante, porque quebram os bancos da praça, passam pelo meio dos canteiros quebrando plantas, picham a Casa da Cultura, Igreja, roubam lâmpadas, danificam a ATI o parquinho.

Sem contar os desocupados que bebem o dia todo incomodam quem passa pedindo dinheiro, incomodam motoristas que estacionam ao redor da praça, incomodam as pessoas que fazem oficinas culturais e que frequentam a biblioteca na casa da cultura etc. Fora os ladrões de celulares e bicicletas.

Faz tempo que a GM não patrulha a praça como fazia antigamente e até parava para um café entrando na casa da Cultura deixando o frequentadores mais tranquilos. Nem mesmo a PM que ficava na praça com a Van aparece mais.

Sou funcionário público, mas também pago impostos e quero segurança, não só para mim e minha família mas para meus alunos e funcionários da Casa da Cultura, para as pessoas de bem que frequentam a praça central, e as crianças que brincam no parquinho.

Não preciso colocar fotos ou vídeo, pois quem passa por lá sabe e quem não sabe senta num daqueles bancos no hora do almoço ou a tarde pra ver.

Cansei de falar e pedir, agora vou escrever e contar... Nós funcionários nos sentimos inseguros e temo pela segurança das crianças e jovem que passam por la, frequentando o parquinho, os bancos ou a Casa da Cultura que atualmente recebe entre 200 a 300 pessoas por dia.
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