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31 de maio de 2020

Homem solto pela justiça com 4 estupros na ficha, estupra e mata a 5ª vítima

Jennifer de Hugo, 18 anos, desaparecida desde 04 de Abril, foi assassinada e estuprada em Poços de Caldas.

Eder Abrão Filadelpia, de 35 anos, foi o criminoso autor desta barbárie. O "detalhe" é que esse é o QUINTO estupro em seu histórico criminal.


Eder, estava em "liberdade provisória" desde 03 de Abril, conforme aquela absurda recomendação do CNJ para que juízes soltassem condenados com a estapafúrdia desculpa de evitar a propagação do coronavírus (sim, sem juridiquêz, é literalmente isso).


Sem contar, que o CNJ ainda recomendou que novas prisões somente devem ser decretadas em casos excepcionais. Praticamente um aval para a prática do crime (enquanto tem trabalhador sendo algemado por abrir a loja, senhora sendo presa por caminhar na praia etc).

Não precisa ser gênio, nem magistrado, muito menos formado em direito para compreender que se Eder estivesse preso, essa vítima teria sido poupada. Para compreender isso, basta apenas não ser um completo retardado, ou um bandidólatra como - infelizmente - são tantos juízes.

Eder não é uma exceção, a taxa de reincidência criminal no Brasil é absurdamente grande, a cada 10 criminosos condenados, mais que 7, já foram condenados antes. Ou seja, a cada 10 crimes que chegam a ser julgados, 7 seriam evitados se a justiça tivesse mantido o criminoso preso.

Não interessa o quão bonita possa vir a ser a retórica em prol da ressocialização, a realidade é um soco na boca do estômago, um tapa na cara e uma dedada no c. de quem acredita nessa balela! Cadeia é pra prender, é pra tirar do convívio social aquele que representa risco. É pra punir. Ponto.

Com ou sem quarentena, lugar de criminoso é na cadeia.

Nessa ânsia de soltar condenados, invariavelmente, acabam condenando muitas vítimas.

Sempre digo e repito: se a justiça fosse justa, juiz que solta condenado, deveria ser criminalmente responsável por ele. Afinal, se ele julga que não há risco para a sociedade, não há com o que ele se preocupar, né?

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